segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pescador






É manhã... 


pescador já se lança no mar


Pra pegar uns pescados, pra ganhar uns trocados,


Para se sustentar.


Sol a sol com suor,


 céu e céu, mar e mar,


Quando enfrenta perigo,


 logo lembra do amigo

                
Que não pôde voltar.

                           
Meia volta se faz,  não dá pra retornar;


Some o sol, some a cor,

                               
Surge o medo e temor

                             
E esquece da dor, e esquece do pão,


E esquece o metal,


 sabe que de sua vida,

                 
Se Deus não der guarida, o que vem, é fatal...

                                          
Pois se a vida, é naufrágio, todo esforço é fracasso,


Só Deus tem solução!




Sérgio Pimenta (1954 -1987)



*   *   *







Este é um Poema canção de um músico que não conheci mas que cuja canções, letras e poesias  muito me fala ao coração e a vida. 
Em "Pescador", o autor retrata aspectos da vida de todos nós com a atividade e a luta de um Pescador de peixes, cuja sobrevivência  e subsistência está vinculada a atividade de riscos, contemplação, realizações, frustrações, perigos  e assombros...
          Frequentemente vemos nos telejornais, histórias de pescadores e mergulhadores, que a trabalho ou desfrutando de aventuras, se perdem ou desaparecem  em alto mar, por causa de tempestades, mudanças climática repentina, ou inabilidade de conhecimento de técnicas de navegação. 
Não sou pescador por necessidade e nem por escolha, mas de alguma forma reconheço que a vida como um todo, independente de escolhas profissionais e particulares, está repleta de perigos e surpresas, pronta a nos devorar,  que nos espiam e ameaçam ao menor sinal de desatenção e vacilo.
O personagem desta poema se mostra uma pessoa  sábia ao fazer uma escolha prudente e coerente diante das realidades e conjunturas a sua volta. Ao concluir que a vida é muito valiosa para ser trocada por uns poucos pescados, ou por uma aventura sem retorno certo, descobre que a verdadeira sabedoria que vem do alto, é aquela que nos move a fazer escolhas certas. Trocar o metal, a dor e o pão - que muitas vezes é passageira - por aquilo que é eterno, essencial e duradouro, demonstra uma excelente escolha, que o leva a desfrutar de outros benefícios: Continuar vivo, voltar para casa, desfrutar da companhia de familiares, dos filhos, da esposa, dos amigos...
Mas independente das conjunturas profissionais e sociais, a canção termina com uma grande lição de vida. Que ao olhar para o Criador e suas providências, toda pessoa pode desfrutar de uma viagem de retorno tranquilo, e ao mesmo tempo receber um novo coração, onde o Criador irá habitar com o seu Espírito. Consequentemente, desfrutando assim de alegrias, que é poder voltar para casa, onde se usufrui da companhia de muitos que anseiam por sua presença.

Jesus Cristo é este porto seguro
Jesus Cristo é o amigo certo
É o amigo que nos leva de volta a Deus e Sua casa
É o amigo que nos salva de nossas vãs aventuras...


Iran P Silva



*  *  * 


Sérgio Pimenta, nascido Sérgio Paulo Muniz Pimenta (Rio de Janeiro8 de novembro de 1954 - São Paulo12 de agosto de 1987), foi um cantor e compositor de música cristã popular brasileira, além de instrumentista. Foi um importante compositor evangélico nas décadas de 70 e 80.
Nasceu em 1954, no Rio de Janeiro.  Integrou o grupo Vencedores por Cristo, e tornou-se autor de músicas que tornaram verdadeiros clássicos na música cristã brasileira, como Cada InstanteVocê pode ter, e Aquele que me ama. Compôs mais de 500 músicas, algumas das quais ainda inéditas.
Cursou a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), onde se tornou capitão e virou nome de uma escola no bairro Jardim Virgínia na cidade de São Paulo[4].
Faleceu em 1987, aos 32 anos, no Hospital do Câncer de São Paulo.

domingo, 18 de novembro de 2012

MELHOR IDADE







Moço a sua idade é sua vantagem na guerra!
Mas a vida passa voando sobre a face da terra!
O que se fez já se foi, não conte com o amanhã!
Pois no futuro a incerteza é sua anfitriã.

Viva na terra como se fosse no céu!
Foque na guerra, não jogue sua  vida ao léu!
Moço, a idade e o tempo vao lutar contra você!
Mas se você é eterno, não há o que termer.

Moço, a idade e o tempo estão estampados na cara
Mas a cicatriz do peito é o que incomoda e não sara
Pois entre o moço arrogante e o velho diante do espelho
Há muitos sonhos pisados que viraram pesadelo.

Moço que tem uma vida inteira pela frente!
Que hoje está vivo, mas que pode morrer der repente
Como um raio que cai, como uma flor que murchou
Meu velho, você nem viveu e sua hora já chegou!

Mais rápido que o seu carrão, e que as batidos dos seu coração!
Vaidade! Sua juventude foi só uma ilusão!
Moço, viva na verdade, na certeza do que não se vê!
Saiba hoje antes que seja tarde, que a mídia mentiu para você!

Viva na terra como se fosse no céu!
Foque na guerra não jogue a sua vida ao léu!
Moço, a idade e o tempo vao lutar contra você!
Mas sobre as asas do Eterno, não há o que temer





Mário Machado


Mário Machado é Presbítero, pregador do evangelho,
Poeta,  escritor  e  colunista  do  Licença Poética em
 www. irmãos.com



Limites



LIMITES




Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores. E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais bobos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais “espertas”, ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ter, passamos de um extremo ao outro. Assim, somos a ultima geração de filhos que obedeceram a seus pais, e a primeira geração de pais que obedeceram a seus filhos.
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos.
Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos ( às vezes sem escolha....), que nossos filhos nos faltem com o respeito.
Á medida em que o permissível substitui o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical, para o bem e para o mal. Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas na medida em que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeitem. E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas ideias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver.
E, além disso, os patrocinem no que necessitarem para tal fim. Quer dizer: os papéis se inverteram, e agora são os pais quem tem que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado. Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e “tudo dar” a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem! Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão. Se o autoritarismo sufoca, o permissível suplanta. Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, carregando-os rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio no qual está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os limites abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.

Fonte: Monica Monastério


PARA DISCUSSAO EM GRUPO OU EM FAMILIA

1.      A seu ver, quais as principais diferenças entre uma e outra geração ?
2.     Quais os resultados, que os conflitos provenientes da relação pais e filhos, tem gerado no ambiente social?
3.    Quais as mudanças ocorridas no meio social, que ajuda a compreender a diferença entre crianças de uma geração e outra?
4.  Quais as principais mudanças ocorridas no meio social, que explicam as diferenças existentes entre um e outro modelo de educação familiar?
5.   Qual o  impacto que o estilo de vida urbana gera no convívio familiar que explica esta mudança de padrão de comportamento familiar. Que alternativas podemos dispor para evitar que isto aconteça?
6.      Quais os riscos existentes entre a fronteira do autoritarismo e o excesso de permissividade na educação?
7.    Quais os riscos que a nova geração tem a frente de sua história, em virtude da falta de limites e parâmetros de formação de caráter familiar de caráter familiar?

Pescador




Intr. ( E , A/E , E  )

                               A/E                                E7
É manhã, pescador já se lança no mar

                                     A                      E/G#              F#m
Pra pegar uns pescados, pra ganhar uns trocados,

          A/B              E
Para se sustentar.

                               A/E                                     E7
Sol a sol com suor, céu e céu, mar e mar,

                                       A                 E/G#              F#m
Quando enfrenta perigo, logo lembra do amigo

                 A/B            E
Que não pôde voltar.

                            D  A/C#                              C   G/B
Meia volta se faz,  não dá pra retornar;

                                       Am    Em/G
Some o sol, some a cor,

                                F#m7(11)   B7
Surge o medo e temor

                              E                                A/E
E esquece da dor, e esquece do pão,

                                E7                                    A
E esquece o metal, sabe que de sua vida,

                  E/G#             F#m                  A/B             E
Se Deus não der guarida, o que vem, é fatal...

                                           A                      E/G#             F#m
Pois se a vida, é naufrágio, todo esforço é fracasso,

                   A/B            E       ( E4/D , E   E4/D , E )
Só Deus tem solução!


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A invenção da Imprensa


                                    




Por volta de 1450-1455 tinha sido impresso pela primeira vez na História um livro: Uma Bíblia. A Biblia Latina, impressa por João Gutenberg, com uma edição de cerca de 150 exemplares, uma revolução tecnológica, certamente, mas que dá início a uma revolução social. Até aqui, na Idade Média, os livros eram copiados à mão. A bíblia era um luxo, exclusivo aos elementos da Igreja. A maioria da população, analfabeta, conhece a Bíblia apenas de forma lacunar, das visitas à Igreja .          
Nos anos seguintes à invenção da imprensa irão surgir milhares de bíblias em circulação, impressas primeiro em latim, mas também em Grego, e depois em Inglês, Alemão, Francês, e demais línguas e dialectos. Coloca-se agora com maior acutilância a questão de descobrir as versões mais "correctas" da Bíblia, a exegese torna-se uma prática comum. Estamos na era de humanistas como Erasmo de Roterdão. Torna-se também evidente que há uma problemática intrínseca à tradução de textos. Como traduzir a palavra grega "presbyterus" ? "Padre", como pretendem os católicos ? Ou "o mais velho" como pretendem alguns protestantes ? Se no passado, quando a Bíblia era um elemento de decoração dos mosteiros e de Igrejas, estas questões não se colocaram com grande urgência, agora que as bíblias apareciam nas estantes das famílias educadas e eram lidas em massa, o tema torna-se mais importante.
A imprensa, inventada na Alemanha por John Gutenberg, foi importante na divulgação destas ideias. As 95 Teses de Martinho Lutero foram imediatamente impressas e divulgadas por todas as regiões de língua alemã, o que contribuiu para a crescente popularidade de Martinho Lutero. Não menos relevante foi a influência da pressão social exercida pela Contra-Reforma, na qual os Jesuítas tiveram um papel de liderança. A Inquisição e a censura exercida pela Igreja Católica foram igualmente determinantes para evitar que as ideias reformadoras encontrassem divulgação em Portugal, Espanha ou Itália, países católicos.


Iran P Silva





segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Boa semente


Devocional 001



                       “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha;
E caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, por que fora edificada sobre a rocha.
E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a casa sobre a areia;
E caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína.” Mateus 7:24-27
Dias difíceis estão acontecendo, temos pessoas que não praticam a palavra porque não a ouvem.
Por que chegamos até onde chegamos? A história, os acontecimentos mundiais influenciaram no momento que estamos vivendo, pois a geração anterior foi oprimida por um movimento onde nada era permitido (jogar bola, vôlei, etc.) e esta geração se rebelou seguindo um movimento Gospel que atendia uma demanda latente.
Este movimento gerou uma ditadura do louvor comercial, onde o culto gira em torno de louvor e tirou a palavra do centro.  Antes não podia muita coisa, mas do culto saía conteúdo, hoje não se sabe nada sobre a bíblia.
Conseqüências por se tirar à bíblia do centro:
- As igrejas viraram tremendos campos missionários, pois as pessoas que lá estão não tem seus nomes escritos no livro da vida;
- Pregadores pregando o texto fora de contexto para servir de pretexto;
- Geração de jovens nascidos em lares evangélicos, mas que não vivem a palavra, pois estão acostumados com a rotina de escola dominical, cultos, etc. Esta é uma geração que está perdida, mas perto da palavra. Estão perdidamente perto.
“Temos que trazer a bíblia de volta para o centro, senão seremos casa edificada sobre a areia.”
- Igreja flutuante, pessoas que correm atrás de bênçãos. Teologia de quinta categoria que tira Deus do centro e coloca o homem no centro. “Deus me abençoa por causa da minha fidelidade para com Ele.” “O culto foi bom porque eu me senti bem.”
- Falta de vocações missionárias. Onde estão os missionários que largavam tudo para pregar o evangelho?  Estamos preocupados com o bem estar. Hoje as pessoas escolhem a igreja com um checklist, verificam o que a igreja tem para oferecer;  ar-refrigerado, berçário, boa equipe de louvor. A igreja está cheia de clientes.
Jovens, levem a sério à palavra, dediquem-se.
O que você vai fazer com a sua formação? Você pretende fazer engenharia, odontologia, e outras, para que? Ganhar dinheiro? Isso é muito pouco. Sirva ao Senhor com a sua formação.
O sistema capEtalista (do inferno) estimula os jovens a largarem os valores corretos e seguirem os valores do mundo. Onde você está, o que você é, é para a Glória de Deus.
Pr Marcelo Gualberto – Congregação Presbiteriana Central de Belo Horizonte (MG) e diretor nacional da Mocidade para Cristo (MPC) 

Fonte http://presentededeus.wordpress.com

Causas da Reforma Protestante

  

O Movimento da Reforma Protestante foi um movimento surgido dentro da Igreja Católica Apostólica Romana no inicio do século XVI em função de 3 questões ético-doutrinárias que serviram como estopim para a divisão da Igreja:

-   A Simonia (Venda de autorização de cargos eclesiásticos)
-  A venda de indulgências  (Testamentos ou certificados assinados pelo Papa que conferia    perdão e liberdade para aqueles que estavam condenados no purgatório)
- O Dogma da  infalibilidade papal.
- O Tribunal da Inquisição

 Posteriormente surgiram outros questionamentos  ligados a estes quatro fatores, isto fora os desvios bíblicos que foram inúmeros. 
Muito embora se pense que a Reforma protestante esteja ligada apenas a data a partir de 31 de outubro de 1517, é fato que este movimento foi um processo desenvolvido por um período de tempo maior, que compreende os séculos XIII ao XVII.       
O movimento de Reforma protestante resultou na divisão da Igreja do Ocidente entre os "católicos romanos" de um lado e os "reformados ou protestantes" de outro; entre esses, surgiram varias movimentos de igrejas, das quais se destacam o Luteranismo de Martinho Lutero  (que pouco ou nada tem a ver com a Igreja Luterana nos dias atuais), as igrejas reformadas e os Anabaptistas. A Reforma teve intuito moralizador, colocando em plano de destaque a moral do indivíduo (conhecedor agora dos textos religiosos, após séculos em que estes eram o domínio privilegiado dos membros da hierarquia eclesiástica). Sua principais figuras foram Jonh Huss (1370-1415), Martinho Lutero (1483-1546) e João Calvino (1509-1564). A resposta da Igreja Católica Romana foi o movimento conhecido como Contra-Reforma.
A Reforma Protestante é para ser entendida num sentido mais extenso: ela denomina a exortação ao regresso aos valores cristãos de cada indivíduo". A Igreja havia criado um meio de salvação no qual para ser salvo, o homem deveria passar por uma série de passos e rituais nos quais, além de Jesus, havia a intercessão de santos, a necessidade de penitências e o pagamento de indulgências que comprariam um pedaço do céu. A Reforma redescobriu o papel de o próprio indivíduo poder se achegar a Deus, e obter o perdão e a sua salvação. Proclama-se, com a Reforma, que o homem seria salvo pela fé e não por obras da carne.
 "A reforma cristã, em toda a sua diversidade, aparece centrada na teologia da salvação. A salvação, no cristianismo, é forçosamente algo de individual, diz mais respeito ao indivíduo do que à comunidade". Este aforismo de Lutero do ano 1531 caracteriza bem a importância da história pessoal de cada um para a causa reformadora. Lutero não é nenhum fundador de um império, ele é um monge em busca da sua salvação. Desta forma, "não se trata de uma questão da Igreja mas de uma questão da salvação".  
O resultado deste movimento religioso é uma mais fervorosa observação dos princípios morais cristãos tais como eles estão expressos na Bíblia. Os movimentos de zelo religioso que têm lugar na Europa do século XVI são para ser entendidos no contexto do efeito multiplicador iniciado pela invenção da imprensa por Gutenberg. Se a bíblia não estivesse agora acessível a cada um, traduzida nas línguas e dialetos locais, compreensível aos Europeus, tal como ela começou a surgir no século XVI, tal zelo religioso não teria sido possível. Anteriormente ao século XVI, a bíblia era um manuscrito em Latim, (uma língua dominada por uma minoria) do qual havia poucas cópias, que se encontravam fechadas nos conventos e nas igrejas, lida por uma elite eclesiástica. A grande maioria da população nunca a tinha lido. No século XVI, ela está disponível em grandes números e nas línguas e dialetos locais. Não é de admirar pois que a religião se torne um tema polêmico.

Iran P Silva (Apostila SEBIV)